sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Grande Trail Serra D'Arga | 1.ªs Jornadas Técnicas do Trail 22 de Outubro

No dia 22 de Outubro de 2011 decorre as I Jornadas Técnicas do Trail no Auditório da Câmara Municipal de Caminha

15h – Abertura das Jornadas

15:15h – Tor Des Géants 330km 24.000m D+ - A mais louca aventura do Trail Running
Por - Jorge Serrazina

16:00h - Marathon des Sables - Vídeos e testemunhos da mais famosa maratona desértica do Mundo
 Por -Carlos Sá

16:40h – Intervalo

17:00h - Treino e Condição Física - Aprende como treinar para a Montanha
Por - Prof. Paulo Pires - Formado em desporto de alto rendimento, Monitor de montanhismo, Alpinismo, Sky e meteorologia

18:00h – Medicina Desportiva - Prevenção e tratamento das lesões mais frequentes em atletas
Por – Drª Maria Cunha

18:40h – O Trail como treino para atingir o cume das 14 Montanhas com mais de 8.000m
Por - João Garcia

19:30h – Ficha Técnica Grande Trail Serra D’Arga 
 
20:00h – Sessão de Autógrafos

Possibilidade de adquirir os livros do João no local 
Para mais informações visitem o Blog Grande Trail da Serra D'Arga 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Acesso Condicionado a Santa Luzia - Viana do Castelo

Este memorando foi-nos partilhado pelo grupo do facebbok geocachers de Viana do Castelo.
Partilhem e divulguem!
Obrigado
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"Colegas,Venho por este meio informar de que iremos condicionar o acesso a Sta Luzia, para melhor a prevenirmos dos incêndios. Irá ser realizada vigilância por militares que poderão solicitar a identificação de quem estiver no interior da serra.

Neste período crítico e de acordo com o Decreto Lei 124/2006 republicado pelo Decreto Lei nº 17/2009 o acesso ao espaço florestal é condicionado e é obrigatório a identificação a partir de índice de incêndio elevado.
Os proprietários e trabalhadores nesta área podem aceder ao espaço mas sempre com a sua identificação. Também não queremos proibir o pessoal que de uma forma desportiva aproveita a beleza desta serra, pelo que aconselhamos que circulem no monte com identificação e que informem via 117 sempre que virem algum fumo, lume ou algo suspeito.


Agradecíamos que divulgassem esta informação pelas associações e clubes desportivos que normalmente acedem a este espaço, para que possam estar informados desta situação.

Pedimos desculpa pelo incómodo, mas esperamos com esta medida prevenir este espaço florestal tão valioso para nós."




Fonte: Fabíola Oliveira
Câmara Municipal de Viana do Castelo



segunda-feira, 8 de agosto de 2011

River Party 2011


No próximo dia 13 de Agosto irá se realizar a quinta edição da River Party na Azenha da Almerinda em Alvarães-Viana do Castelo. Nesta quinta edição além das actividades desportivas e de um cartaz para uma noite inesquecível os participantes poderão habilitar a uma serie de prémios, entre os quais um salto de para-quedas, 1 descida de rafting no Rio Paiva, 1 Passeio de Moto 4 entre outros. 
 
 

A entrada é livre a todos os que pretendam participar no evento.
 
 
 
 
 
 
 
Como chegar? 
 

 

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Lanche no Museu com...Padeca - 6 de Agosto pelas 15h30 - Museu Regional de Paredes de Coura



Uma vez o Museu Regional vai realizar um dos seus lanches. Desta vez, a iguaria proposta para aprendizagem e degustação será a Padeca, pão tradicional de Padornelo


Será no sabado dia 6 de Agosto pelas 15h30. 




Para mais informações enviem email para centrocultural@cm-paredes-coura.pt

terça-feira, 24 de maio de 2011

Caça aos Gambozinos a 360 Graus – 1ª Caminhada pela Íris Inclusiva



No passado dia 22 de Maio, a Íris Inclusiva e o Clube 360 Graus, com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo, promoveram uma caminhada, integrada no programa “Domingos Saudáveis 2011” da autarquia. Tendo como cenário o belíssimo enquadramento natural da freguesia de São Lourenço da Montaria, foram cerca de cinco dezenas as pessoas de todas as idades que se associaram a esta iniciativa e partilharam perto de duas horas de saudável convívio. Uma forma divertida, e adequada a qualquer idade e condição física, de dar a conhecer a actividade das Associações envolvidas, de sensibilizar o público em geral para a problemática da deficiência visual e de fomentar a plena participação social das pessoas cegas e com baixa visão, sempre numa perspectiva de inclusão de todos os cidadãos.
A actividade contou ainda com o apoio da Minho Brinde, da GamGest Eventos e das Associações de Voleibol e de Basquetebol de Viana do Castelo.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Caça aos gambozinos a 360 graus - I Caminhada pela Íris Inclusiva | 22 de Maio


Caça aos gambozinos a 360 graus - I Caminhada pela Íris Inclusiva

No próximo dia 22 de Maio, a Íris Inclusiva – Associação de Cegos e Amblíopes e os 360Graus promovem, com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo, a 1ª Caminhada pela Íris, iniciativa integrada no programa de actividades desportivas “Domingos Saudáveis 2011”.

A actividade visa sensibilizar a comunidade em geral para a problemática da deficiência visual, dar a conhecer a actividade das Associações organizadoras e fomentar a plena participação social das pessoas cegas e com baixa visão, sempre numa perspectiva de inclusão de todos os cidadãos.

Os participantes partirão à descoberta de um trilho de aproximadamente 6 quilómetros, na freguesia da Montaria, e serão convidados a “caçar alguns gambozinos” existentes na zona. Esperam-se saudáveis momentos de pura diversão e convívio entre todos…por uma boa causa!

O encontro fica marcado para a Pousada da Juventude de Viana de Castelo/Jardim da Marina, pelas 9 horas.

Esperamos que participem e tragam um amigo para caminhar também

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ciclo do Milho - Murtosa


Os Ranchos Folclóricos “Os Camponeses da Beira-Ria”, as “Andorinhas de S. Silvestre”, a Confraria Gastronómica “O Moliceiro”, a “Associação Desportiva e Recreativa das Quintas” e o Núcleo da “Fraternidade de Nuno Álvares” celebraram, entre si, um “Acordo de Parceria”, com o objectivo de reunirem esforços no sentido de recrearem o “Ciclo do Milho”.
Assim, as colectividades/associações, referidas, irão desenvolver uma acção/actividade à volta do “Ciclo do Milho”, que pretendem que contribua para o conhecimento da Região e dos seus habitantes, afirmando a sua cultura, a sua história, os seus usos e costumes, elementos identitários importantes para o seu enriquecimento.
Deste modo, marcaram para o próximo dia 8 de Maio a realização do 1.º momento desse ciclo, que compreenderá o lavrar da terra, seguida do gradar da mesma, que culminará com o semear do milho.
O local escolhido é um terreno nas proximidades do Cais da Béstida (junto à estrada a cerca de 500 metros para nascente do citado Cais), na Freguesia do Bunheiro.
As tarefas de preparação e cultivo do terreno (lavrar, gradar e semear) serão feitas, tanto quanto possível, à semelhança daquilo que era habitual nas décadas de 50, 60 e 70 do século passado. Alfaias agrícolas, gado, sementes e métodos de trabalho, incluindo o modo de vestir dos intervenientes/figurantes, serão reportados a essa época.
O descrito no parágrafo anterior, iniciar-se-á por volta das 15.30 horas.

Porém, este acontecimento não é isolado. De facto, integra-se num programa/oferta mais ampla e diversificada, que cada um pode usufruir no todo ou em parte.
Pelo que, quem quiser, a partir do meio da manhã, se rumar à Praça Jaime Afreixo, em Pardelhas, poderá ver as máquinas Floretts Kreidler, que os seus donos, um pouco de todo o País, em passeio, trazem até nós, para gozo deles e apreciação nossa. Estes mesmos senhores, depois de darem uma volta pelo nosso Concelho, irão até à Ribeira de Pardelhas, onde almoçarão uma caldeirada de enguias, depois de as provarem fritas.
Neste repasto/almoço qualquer um pode participar, desde que se inscreva e liquide o valor/custo correspondente. Associada à refeição há a possibilidade (certamente para aqueles que, vindos de longe – ou mesmo de perto - , não tenham uma Florett) de se andar de barco ou de bicicleta, podendo estes meios servirem até para a deslocação até ao Cais da Béstida, mencionado.
Depois do milho estar semeado, no Cais da Béstida, haverá um arraial popular, com cantares ao desafio e a actuação de um Grupo Folclórico.

Em torno da cultura do milho na Região de Aveiro (Murtosa), que até ao último quartel do século passado tinha um rito próprio, mais moroso e penoso, aqui e ali amenizado e animado pelo convívio e pela vertente lúdico/cultural, que aproximava as pessoas e as tornava mais solidárias, dá-se a conhecer uma faceta, histórico/etnográfica, da actividade agrícola que foi (e continua a ser, embora em moldes diferentes) um factor preponderante na definição, ao longo de muitas gerações, da matriz económica, social e cultural da Região.

Também a gastronomia regional (caldeirada de enguias), o barco moliceiro (ex-libris da Ria de Aveiro e instrumento de trabalho árduo), as bicicletas (ao tempo o meio de deslocação mais usado na região), e a animação (com cantares ao despique e pessoas a dançar em conjunto) ajudarão a recrear e a viver uma época, não muito longínqua, de que as Floretts que virão nesse dia também fazem parte.
No dia 17 de Setembro, teremos o 2.º momento (corte/ceifa do milho e o cascar/desfolhar do mesmo). No dia 1 de Outubro, ocorrerá o 3.º momento (a última desfolhada – de S. Miguel – com as papas). Oportunamente, serão anunciados/divulgados os programas destas duas fases.



É intenção dos Grupos Organizadores convidarem a população da Murtosa, dos Municípios circunvizinhos e um pouco de todo o País a envolverem-se e a participarem no evento.
É uma parte da nossa história, da nossa memória e da nossa etnografia que nos identificam e nos conferem o gosto e a satisfação de sermos gente da Ria e do Mar, dos Campos e das Serras, que formam este Território que é nosso, a Região de Aveiro.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Trilho à Descoberta de Freixieiro de Soutelo - 16 de Abril




Trilho dos Moinhos - Paredes de Coura | dia 16 de Abril

O Município de Paredes  de Coura no dia 16 de Abril vai realizar uma actividade para assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, cuja temática é "Água, Cultura e Património".  Neste sentido, estamos a programar um percurso guiado por habitantes locais que  acompanham o percurso e ajudam a compreender a importância da água para o território e a forma como esta se reflecte na paisagem através da presença de moinhos de água, fontes e fontenários, pontes, lavadouros e sistema de rega.

Segue em anexo o cartaz, a nota informativa do percurso e a respectiva ficha de inscrição.

TRILHO DOS MOINHOS*

Dificuldade: Fácil.
Duração: 5 horas (inclui paragens acompanhadas de explicação e almoço).
*Concentração Junto à Câmara Municipal de Paredes de Coura pelas 9h30 (em viatura privada para deslocação até ao início do percurso). 
Início do percurso às 9h45 no CEIA- Centro de Educação e Interpretação Ambiental.
Inscrição gratuita e deverá ser solicitada pelo email abaixo apresentado



Museu Regional de Paredes de Coura
Contacto: 251780122
museu@cm-paredes-coura.pt




quarta-feira, 6 de abril de 2011

Primeira Corrida da Mulher - 18 de Junho - Viana do Castelo

Trilho Monte Carvalho – Valença Os Solares e Torres Medievais, os Vinhedos

O Município de Valença vai promover uma caminhada no Trilho Pedestre do Monte Carvalho no próximo sábado, 9 de Abril, ao encontro dos solares, torres medievais e vinhedos da região.
        O percurso começa junto à Igreja da Silva, às 9h30, tem uma extensão de 10,9 Kms, uma duração prevista de 4h e desenvolve-se pelas freguesias da Silva, São Julião e Fontoura. Trata-se de um percurso, sobretudo, histórico-cultural, de grau fácil que será acompanhado por guias especializados.
        Os primeiros pontos de interesse do percurso são uma Ara Funerária medieval, vários sarcófagos e os portais singulares da antiga Igreja da Silva.
        Na sequência do percurso merece especial referência os extensos vinhedos de alvarinho, as casa senhoriais da Quintela e a Casa da Torre da Silva, esta última com características medievais e com uma Torre em forma quadrangular defensiva. O percurso contínua até à Igreja de São Julião. Lentamente o percurso chega à Capela de São Gabriel, em Fontoura. Antes de chegar ao lugar de Gontomil, é possível observar o património hidrológico existente, nomeadamente os tradicionais moinhos de água e as azenhas. Aqui cruzamo-nos com o Caminho de Santiago. Antes de finalizarmos o percurso pode-se observar o cruzeiro paroquial, um magnífico trabalho elaborado em rocha granítica.
        Este percurso pedestre faz parte da Rede Municipal de Trilhos Pedestres e tem por objectivo de divulgar o património existente na região, bem como a observação natural, observação da fauna e da flora.

Nota: Mais informações contactar o Gabinete de Apoio ao Munícipe, pelo tlf. 251 809 506 / 24

terça-feira, 22 de março de 2011

Software para Utilização ao Ar Livre

Já tínhamos falado de software gratuito para telemóvel que nos ajudam a monitorizar as nossas actividades ao ar livre. 

Hoje enquanto actualizava a leitura pelos blogs e sites que habitualmente sigo descobri este artigo na Peopleware sobre mais alguns programas que podem ser úteis.. 

Cardio Trainer – Controle os seus passeios no Android
CardioTrainer é uma aplicação para o fitness, que permite monitorizar os nossos treinos de todas as actividades desportivas outdoor. A aplicação recorre ao uso do GPS para mapear a nossa actividade. Além disso, disponibiliza ainda um sistema de voz para nos auxiliar nos percursos.
cardio_trainer_01
My Tracks – Registe trilhos GPS no Android
O My Tracks é uma aplicação para telefones com o sistema operativo Android, que permite gravar trilhos GPS e visualizar estatísticas em tempo real como por exemplo tempo do percurso, velocidade, distância, altimetria, etc. O registo dessa informação pode ser realizado enquanto caminhamos, andamos de bicicleta, corremos ou qualquer outro tipo de actividade outdoor.
tracks_00
Sports Tracker – Registe a sua actividade física no Nokia
A aplicação Sports Tracker da NOKIA é a mais evoluída do seu tipo, e pode ser usada em telemóveis com GPS de forma a ajudar nos treinos e não só. Com o NOKIA Sports Tracker pode definir o tipo de treino desejado (passeio, corrida, bicicleta de estrada, bicicleta de montanha, skate, golf, etc.) sendo igualmente possível personalizar um novo tipo de exercício.
sports_traker_00
SportyPal – Fitness nos Smartphones
SportyPal é uma aplicação que tem suporte para vários modelos de telefones/smartphones, e que permite aos utilizadores controlar a evolução da sua actividade desportiva (caminhadas, corrida, BTT, patinar, etc). O SportyPal é uma aplicação que permite monitorizar todo o tipo de actividades (Indoor e Outdoor), registo o posicionamento geográfico, integra com as redes sociais, informações sobre as calorias gastas, etc.
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c:geo – Geocaching no Android
A aplicação c:geo para Android é uma excelente ferramenta gratuita para quem gosta (ou vai passar a gostar) de praticar Geocaching. Pelos testes que realizei, a aplicação está bastante completa a nível de funcionalidades e bem conseguida a nível de interface.
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Para mais informações recomendo a visita ao site/blog da PeopleWare

CMIA INAUGURA "FLORESTAS, UM PATRIMÓNIO A DESCOBRIR"




O Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (CMIA) de Viana do Castelo inaugura, no Domingo (20 de Março), pelas 11h00, a exposição “Florestas, um património a descobrir”, integrada nas Comemorações do Ano Internacional das Florestas. A mostra, destinada ao público em geral, estará patente até 29 de Outubro no CMIA com entrada livre.
Assim, e no âmbito da programação das comemorações do Ano Internacional das Florestas, o CMIA organiza mais uma exposição temática dedicada às florestas, composta por painéis informativos, informação multimédia e um catálogo com conteúdos mais alargados sobre o tema.
Para além de uma breve caracterização do concelho de Viana do Castelo, a mostra explora a importância de um ecossistema florestal, quais os principais riscos e ameaças à floresta, terminando com informação acerca do planeamento e gestão florestal.

Para mais informações visitem o site do CMIA

Encontro Ibérico de Montanhismo - XV Travessia da Gardunha


Programa:

Dia 25
19h00 - Abertura do secretariado na sede da Gardunha Viva

21h00 - Visualização de filme (Sede Gardunha Viva)

00h00 - Silêncio
Dia 26
9h00 – Passeio pedestre pela Serra da Gardunha
13h00 – Almoço convívio
19h30 – Jantar “Traz do teu e come de todos”
21h30 – Cerimónia de entrega de lembranças aos clubes representados
22h00 – Animação
00h00 – Silêncio

Dia 27
8h30 – Concentração na Praça do Municipio
9h00 – Início  da XV Travessia da Gardunha
10h00 – Reforço alimentar
12h30 – Visita guiada á Aldeia Histórica de Castelo Novo
13h00 – Almoço convívio
15h00 – Regresso em Autocarro
18h00 – Encerramento da actividade
Atenção à mudança de hora no fim de semana desta actividade!

RECOMENDAÇÕES
• Calçado cómodo e já habituado ao pé, preferencialmente botas de marcha.
• Peúgas macias, sem costuras.
• Roupa adequada ao estado do tempo.
• Máquina fotográfica para mais tarde recordar... e uma mochila cheia de boa disposição.
• Deixe os locais de passagem iguais ou mais limpos do que os encontrou.

Para mais informações 

GARDUNHA VIVA
Associação de Montanhismo do Fundão
Apartado 171
6230-909 Fundão
Tel/Fax: 275 772 082
Telem:  961 720 904 - 961 720 905 - 967 994 352
e-mail: info@gardunhaviva.com 

segunda-feira, 14 de março de 2011

Ponte da Varela | Uma nova Geocache

A Ponte da Varela é mais do que o ponto de passagem entre a Torreira e as restantes Freguesias do Município da Murtosa. É um marco da paisagem da Ria, um ex-líbris, elegante na sua estrutura em arco, pensada para franquear a passagem dos altos mastros de moliceiros e mercanteis.

O intuito desta cache é proporcionar aos seus visitantes uma maravilhosa vista para a ria de Aveiro e descobrir uma estrutura que tanto diz para as "gentes" murtoseiras.. 

Façam uma visita não se vão arrepender ;) 

Para visualizar mais informação basta clicar aqui

sexta-feira, 11 de março de 2011

Reflorestação Monte S.Silvestre | 26 de Março


Para mais informações info@florestadominho.com ou visitem em www.florestadominho.com

Comemorações do 125.º Aniversário Ponte Internacional entre Valença e Tui


Pretende o Município de Valença, conjuntamente com o Ayuntamiento da cidade Galega de Tui, assinalar o 125º aniversário da Ponte Internacional sobre o Rio Minho.


No próximo dia 25 e 26 de Março haverá um passeio de locomotiva a vapor passando pela Ponte Internacional, revivendo outros tempos... 



Para mais informações visitem o Portal do Município de Valença 


terça-feira, 8 de março de 2011

Onde me levaram as Caches





Iniciei em finais de 2006 o Geocaching. Na verdade fiz o registo porque pensava que era um site de mapas de trilhos e dada a minha ligação aos 360Graus pensei que seria uma mais valia enquanto ferramenta a utilizar. 
Posteriormente aquando da participação no curso de GPS e Socorrismo é que descobri descobri mais a sério o que era isto do Geocaching. 
Muitos a definem como uma actividade desportiva complementando outras tais como caminhada, btt, canoagem. 
A minha experiência diz-me que é algo mais do que isso é uma actividade que nos permite descobrir locais cuja sua riqueza quer natural ou patrimonial nos passariam a margem ou porque não fazem parte de um roteiro turístico ou simplesmente porque não iríamos visitar se não tivéssemos um incentivo. 
Até ao momento foram 111 caches descobertas e quatro escondidas, este numero será para aumentar ao longo dos tempos mas para já tem valido muito a pena..


Como afastar Muggles

Lição 1: um, dois, três. Tempo, tiempo, timing. Como em música. Um, aproximação. Esta é óbvia. Vai-se espreitando o GPSr e chega-se ao denominado ponto zero. O conselho vem a seguir: Dois, detecção. Começa a trabalhar só com os olhos. Pode ser que a coisa se resolva desde logo. Senão, terás que se proceder a trabalho manual. Mas uma coisa é certa: se há muggles, aconteça o que acontecer, não saques a cache pra fora ao primeiro contacto. Trabalha como um actor, não reveles emoções, continue à procura. Se alguém te estiver a “morder” não vai saber ao que andas e muito menos que já encontraste. Mantem a macacada durante um bocado. Agora que já sabes onde está, poderás esperar por uma aberta nas atenções para, num movimento rápido e preciso, proceder à extracção e posterior devolução. Com tudo isto, tudo o que o muggle conservará na ideia é que esteve ali um tipo estranho, mas não fará ideia dos seus propósitos e muito menos cheirará a cache. Trata-se de uma técnica de base a ser empregue em conjunto com algumas das que se seguem.
Lição 2: a monotonia é rainha. Se os muggles, na sua pérfida curiosidade, te mancaram, cansa-os. É um facto observável que a curiosidade se esgota na monotonia. Ninguém observa durante muito tempo algo que não lhe renova o interesse. Isto para o Geocacher significa: descobre o ponto zero, se possível topa o container sem lhe mexeres e abanca-te. Torna-te estátua. Finge estares em meditação ou lê. Passado alguns minutos tornaste-te parte da paisagem a a curiosidade muggle vai-se esbater. Funciona com todos os seres vivos deste mundo.
Lição 3: justifica-te. Não, não leves um megafone para apregoar aos sete ventos que andas à cata de caixas escondidas. Simplesmente fornece aos muggles uma razão válida para estares ali a fazer o que fazes. Uma máquina fotográfica e um interesse extremo por algo próximo do ponto zero costuma servir. Se procuramos algo numa estrutura metálica, vamos fingir que somos apaixonados pelo que estamos a ver. Tirar fotografias como se não houvesse amanhã. Geralmente isto obtém o seguinte resultado na mente retorcida do muggle típico: “o que é que aquele gajo está ali a fazer!? Ahhhh! Tira fotografias. É turista. Ou então é estudioso daquilo. Tá bem”.
Lição 4: a bandeira é a morte do artista. E sim, eu sei que a malta não anda por ai armada em porta-bandeira. A bandeira em questão é outra, também conhecida por “peixarada”, “barraca” ou, de forma linguisticamente mais elaborada, “dar nas vistas”. Ou seja, apesar de ser elementar, eu sei que há pessoal que se esquece que o que está a fazer deve ser discreto. E vai dai, fala alto, levanta calhaus à vista de todos, olha para o GPS. “Eh pá o ponto zero é aqui carago!”. Ora por muito pouca vocação que o muggle tenha para ser uma “pain in the ass”, não há alminha que resista a sê-lo perante este convidativo cenário. Portanto, malta, nada de dar bandeira! É meio caminho andado para a destruição de uma cache.
Lição 5: a bandeira pode não ser a morte do artista. A aplicar com moderação e apenas em último caso. Ok, já vimos qual é o ponto zero. Quiçá até já fisgámos visualmente o contentor. O que fazer se do lado de lá da estrada está uma esplanada cheio de zézinhos locais? E que tal dar alta bandeira no vector diametralmente oposto ao da cache? Que tal chegar ao cachemobile, mandar umas “ca*****das” para o ar e começar a preparar para mudar o pneu, enquanto quase todo o team se dirige para o carrito com ar revoltado e pespegando uns murraços controlados na chapa? Não é preciso ser um génio para saber que neste momento, todos os atentos olhos estão derretidos de gozo na cena do carro. E enquanto isto, um voluntário do team resgatou a cache, assinou o log e devolveu-a à paz da eternidade esperada. As variantes da bandeira são inúmeras, limitadas apenas pela imaginação. Esta técnica tem um inconveniente óbvio: só pode ser practicada com um número considerável de elementos.
Lição 6: livre-directo. Também aqui é preciso uma equipa composta, e quantos mais melhor. A coisa é simples e explica-se numa linha: tá ali!? Pessoal, forma barreira. Um pouco para a direita…. mais um bocadinho… pronto! Não mexe mais! Deixa tar. E, perante este véu de invisibilidade, o membro da equipa selecionado para o efeito tratará dos negócios sem qualoquer risco para a operação ou para a cache.
Lição 7: matar de vergonha. É preciso um nível de lata acima da média, e tem um leque de variantes que pode ser enriquecido gradualmente pelas mentes mais retorcidas. Em suma, trata-se de criar um sentimento de constrição no observador que o leve a olhar decididamente para outro lado ou, na melhor das hipóteses, a fugir para bem longe. E como? Há quem proceda à abordagem directa e pergunte literalmente “está a olhar tanto para mim porquê, há algum problema?”. Outra ideia: vamos urinar ou fingir que nos preparamos para tal. Esta funciona! Já a experimentei e deu os resultados esperados. Se a team é um casal de namorados, dêem-lhes fogo! Até ao grau necessário. Mas nesse caso, haja o que houver, não tenham nada a haver com os preservativos que vão aparecendo nas caches.
Lição 8: descontração. Esta é, como diziamos na Marinha, uma IP (instrução permanente). Ou seja, é para se usar sempre, em conjunto com uma ou mais das restantes lições deste breve guia. Quanto mais descarado for o geocacher (desde que deixe o alarido à porta) menos chamará a atenção de olhos estranhos. Porque aquilo de um tipo se aproximar com passo hesitante, olhando para todos os lados com aspecto amedrontado ou prudente, é como mel para abelhas. Em menos de nada, todos os muggles da região vão estar de antenas levantadas. Parece que sentem. Até os que estavam de costas se viram para ver o que se passa ali.
Lição 9: a multidão é amiga. Parece mentira mas é verdade. Mil vezes melhor procurar uma cache entre um mar de muggles do que a ir buscar a uma praça vazia com dois muggles à conversa na esplanada. O geocacher, mergulhado na multidão, perde identidade, torna-se invísivel, é mais uma partícula de água naquele oceano, e ninguém repara nele. Que o digam todos os que já procuraram e encontraram a cache Fernando Pessoa. O único problema é conseguir fisicamente chegar ao local. Ser “mordido” por um muggle é impossível. Por um? Qual um… a massa é tão uniforme que nem os muggles são individualizados, quanto mais o geocacher. Por isso, deixem os complexos em casa. Quantos mais melhor. Até porque os muggles têm esta agradável característica de se distrairem uns aos outros.
Lição 10: inspire confiança. Se se achar à altura, chegue à fala com o “inimigo”. Seja o tipo simpático, caia no goto do muggle. Tope-lhe a onda e comporte-se em conformidade. Os tipos ali não gostam dos da cidade? Então nos da cidade vamos cascar. Olá!? Um símbolo do Benfica? Não importa se somos lagartos ferrenhos, o Simão é o maior do mundo! O muggle anda ao peixe e não desgruda da falésia onde queremos procurar? Mostre-se interesse pela pescaria. Este método pode não resolver o problema, mas mal, nunca fará, e com sorte a quebra do clima de desconfiança permitirá uma pequisa desafogada ou a recolha de elementos preciosos: o muggle está mesmo em cima do ponto zero, mas agora já sabemos que dali por meia-hora se vai pôr na alheta para almoçar.
Lição 11: o GPSr é mau. Convenhamos que para a maioria do povo, o GPS é um aparelhómetro estranho, implicado numa teia de conceitos que, se explicados sem bases, podem ser de complicada apreensão. Não é portanto de estranhar que a utilização de um GPSr em locais públicos desperte curiosidades. Perigo! Isso é a última coisa que queremos. Por conseguinte, recomenda-se a consulta discreta ao bichinho. Nada de andar por ali de Garmin ou Magellan em punho em grandes passadas e com olhar inquiritivo para o que temos na mão. Se estamos num lugar semi-isolado e chega alguém que nos apanha em compenetrada consulta, o disfarçe clássico é fingir que se trata de um telemóvel e lá vai disto: levante-se o “tijolo” para o ouvido e converse-se com as almas do além. Já vi fazerem-me isso. E posso garantir que há poucas coisas neste mundo mais hilariantes do ver tentarem conosco o truque.
Lição 12: o iô-iô é suspeito. Habituar um muggle à nossa presença na paisagem pode ser trabalhoso, mas geralmente consegue-se. As coisas pioram é se temos que o fazer duas vezes. Apesar de tudo, eles não são parvos e não engolem sucessivamente a mesma pastilha. Se ficaram inicialmente curiosos ao ver um tipo bizarro ali, até se podem distrair. Mas se sentem que o bicho se afasta, isso fica-lhes registado. Nem pensar em regressar! É uma sentença de morte! Não há coisa que seja mais suspeita aos olhos de um muggle do que alguém que chega, vai e… regressa. Isso já é crime classificável como “andar a rondar”. Assim, sempre que for fisicamente possível, tenta logar no local. Desde que isso não implique riscos adicionais, o que pode suceder em algumas caches. Há uma excepção à regra exposta nesta lição: quando se trata de uma multidão, o geocacher não chega a ser uma entidade e os observadores estão em constante renovação. Ai, não há problema, pode ir e vir quantas vezes lhe apetecer.

In: Papacaches.wordpress.com 

Um regresso após 5 anos de ausência...

Após 5 anos de inatividade decidi voltar a escrever e partilhar um pouco das minhas viagens de descoberta e (re) descoberta de espaços ao ar...